SEVILHA 26 ago. (EUROPA PRESS) -
O Grupo de Investigação e Análise de Trânsito da Unidade de Investigação de Segurança Viária do Setor de Trânsito da Andaluzia, em conjunto com a Equipe de Acidentes Rodoviários do Subsector de Trânsito da Guarda Civil de Sevilha, prendeu o autor do atropelamento ocorrido no último dia 18 de agosto na na rodovia A-4, na altura de Carmona (Sevilha), que resultou na morte de um militar que se dirigia à base de Tablada quando parou para trocar um pneu.
Conforme detalhado pela Guarda Civil em um comunicado à imprensa, após o estudo e a análise dos escassos vestígios encontrados no local do acidente, os agentes identificaram a marca e o modelo do veículo envolvido, o que lhes permitiu localizar o veículo relacionado ao acidente de trânsito, o qual apresentava danos compatíveis com o atropelamento fatal do pedestre.
Além disso, constatou-se que o detido conduzia o veículo no momento do ocorrido, pelo que foi levado à justiça como suposto autor dos crimes de homicídio por imprudência e de abandono do local do acidente, previstos nos artigos 142 e 382 do Código Penal, respectivamente, para os quais estão previstas penas de prisão de um a quatro anos e privação do direito de dirigir por um período de um a seis anos para o primeiro, e de prisão de seis meses a quatro anos e proibição do direito de dirigir por um período de um a quatro anos para o segundo.
Nesse sentido, a polícia indicou que abandonar o local de um acidente, além de constituir um crime, representa uma conduta “especialmente grave”, pois deixa as vítimas desamparadas e dificulta a prestação de socorro imediato, ao mesmo tempo em que todo motorista envolvido em um acidente de trânsito tem a obrigação legal de parar, permanecer no local e colaborar com os serviços de emergência e com as Forças e Órgãos de Segurança.
No contexto, a vítima do acidente foi um soldado natural de Palma del Río e pertencente à Força Aérea, onde estava destacado na Maestranza Aérea de Sevilha (Maese), cuja sede fica no Quartel Aéreo de Tablada.
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