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MADRID 20 set. (EUROPA PRESS) -
O governo russo assegurou nesta sexta-feira que suas forças aéreas não violaram o espaço aéreo da Estônia e defendeu que seus aviões mantiveram em todo momento seu itinerário planejado, respeitando o direito internacional, depois que o país báltico denunciou que três caças russos MIG-31 haviam violado seu espaço aéreo nesta sexta-feira, em um incidente "inaceitável" que levou à ativação da missão de vigilância da OTAN sobre o Mar Báltico.
"Em 19 de setembro, três aeronaves russas equipadas com MiG-31s estacionaram no aeroporto de Kaliningrado, em Kareli. O voo foi realizado em estrita conformidade com as normas internacionais para o uso do espaço aéreo, sem violar as fronteiras territoriais de qualquer país, conforme confirmado pelo monitoramento objetivo", disse o ministério da defesa russo em um comunicado compartilhado via Telegram.
No mesmo relatório, o Kremlin insistiu que "a aeronave russa não se desviou da rota de voo acordada e não violou o espaço aéreo da Estônia", alegando que eles sobrevoaram "águas neutras do Mar Báltico a uma distância de mais de três quilômetros da ilha estoniana de Vaindloo".
A declaração de Moscou foi feita depois que o Ministério das Relações Exteriores e as Forças Armadas da Estônia informaram que três caças russos voaram "sem permissão" através do Golfo da Finlândia para o espaço aéreo da Estônia, onde "permaneceram por um total de 12 minutos".
De acordo com as forças armadas da Estônia, os aviões russos não tinham planos de voo e seus transponders estavam desativados para transmitir dados. Eles também não tinham comunicação com os serviços de controle de tráfego aéreo da Estônia.
A reclamação do governo estoniano levou a OTAN a ordenar a ativação "imediata" de sua missão, que "interceptou" os MIG-31. "Este é outro exemplo do comportamento imprudente da Rússia e da capacidade de resposta da OTAN", disse um porta-voz da OTAN nas mídias sociais.
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