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MADRID 24 set. (EUROPA PRESS) -
O governo russo convocou a embaixadora da Moldávia em Moscou, Lilian Darii, devido à recusa das autoridades do país vizinho em credenciar observadores russos para as eleições legislativas de domingo, marcadas pelas queixas de Chisinau sobre a suposta interferência russa.
A Rússia considera que não há motivos para a decisão da Moldávia, que acusa de violar gravemente suas obrigações internacionais. "Ela é incompatível com os valores democráticos professados pelos líderes da Moldávia e é mais um exemplo de suas políticas antirrussas", protestou o Ministério das Relações Exteriores.
A Rússia enfatiza que a medida adotada pela Moldávia questiona "seriamente" a confiança nessas eleições e a transparência do processo de votação, e que, portanto, protestará junto aos órgãos competentes.
Essas reclamações contrastam com as denúncias das autoridades moldavas sobre o interesse espúrio da Rússia nas eleições. Na quarta-feira, o primeiro-ministro Dorin Recean alertou que Moscou quer "tomar o poder" e denunciou uma intensa campanha de interferência nos assuntos internos da Moldávia.
Em 28 de setembro, a composição do parlamento moldavo estará em jogo, onde o Partido de Ação e Solidariedade (PAS) pró-europeu do presidente Maia Sandu deverá perder sua maioria para as forças pró-russas, algumas das quais decidiram participar como um bloco nas eleições legislativas.
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