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MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
O Exército de Israel anunciou nesta quinta-feira a morte de um segundo soldado durante o dia em combates contra o partido-milícia xiita Hezbollah no sul do Líbano, elevando para quatro o número de militares mortos no âmbito da nova ofensiva contra o país vizinho, que inclui uma invasão de áreas ao sul do rio Litani.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) identificaram o soldado morto como Aviad Elchanan Volansky, de 21 anos e membro da Unidade de Reconhecimento da Brigada Golã, assim como Ori Greenberg; ambos faleceram após o Hezbollah reivindicar uma emboscada contra um grupo de militares e carros de combate na zona entre Taibé e Qantara.
O grupo libanês afirmou que seus milicianos destruíram dez carros de combate e duas escavadeiras blindadas em seu ataque contra as forças de Israel, segundo informou a emissora de televisão Al Manar, ligada ao Hezbollah.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, expressou suas “profundas condolências” às famílias dos dois soldados, em mensagens nas redes sociais nas quais destacou o “heroísmo e a coragem” de Greenberg e Wolansky na defesa do país.
Outros dois militares ficaram feridos no incidente, segundo o “The Jerusalem Post”, que também aponta para mais de cinquenta soldados israelenses feridos desde o último dia 2 de março, data em que o conflito no Líbano foi reativado, com o lançamento de projéteis contra território israelense pelo Hezbollah em retaliação ao assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro em conjunto com os Estados Unidos contra o país asiático.
O Exército israelense intensificou nos últimos dias suas operações terrestres no Líbano, com o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmando recentemente que o objetivo é “controlar” a zona ao sul do rio Litani, o que significaria consolidar a ocupação de uma parte significativa do sul libanês.
As autoridades libanesas elevaram para mais de 1.100 o número de mortos causados pela onda de ataques e operações terrestres por parte de Israel, embora o Exército israelense já tivesse lançado, nos últimos meses, dezenas de bombardeios contra o Líbano, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024.
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