JUNTA DE ANDALUCÍA - Arquivo
SEVILHA 19 ago. (EUROPA PRESS) -
O produtor musical, arranjador e compositor sevilhano Ricardo Pachón faleceu nesta quarta-feira, aos 89 anos, na capital da província de Sevilha.
Nascido em Sevilha em 1937, trabalhou ao lado de artistas do calibre de Lole e Manuel, Kiko Veneno, Pata Negra e Camarón de la Isla, para quem produziu o álbum “La Leyenda del Tiempo” em 1979.
Além disso, sua carreira também inclui trabalhos para artistas como o roqueiro sevilhano Silvio, Rocío Jurado, Rafael Riqueni e La Macanita.
Entre suas produções estão “Rosas del amor” (1987), de Tomatico; “Soy gitano” (1989), de Camarón de la Isla; “Inspiración y locura” (1990), de Pata Negra; e “La Lola se va a los Puertos” (1993), de Rocío Jurado.
Alguns dos prêmios de destaque em sua carreira são o prêmio “Imagenera” de 2013 do Festival de Sevilha Panorama Andaluz e o Prêmio Lenda do Flamenco de San Fernando (Cádiz).
Além disso, atuou no mundo do cinema com vários documentários para a Radiotelevisión Española (RTVE), como “La familia y Sinfonía sevillana”, “Las fronteras del flamenco” e “El territorio flamenco”. Em 2019, assumiu a direção do Instituto Andaluz do Flamenco por meio de um concurso público, embora tenha sido destituído alguns meses depois.
Em uma publicação na rede social ‘X’, o presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, lamentou a perda de Pachón e transmitiu suas condolências à família do produtor musical.
“Nos despedimos de Ricardo Pachón, um produtor andaluz de referência que revolucionou o flamenco ao lado de um elenco de artistas”, afirmou Moreno em sua mensagem, divulgada pela Europa Press.
Nesse sentido, ele destacou que Pachón “deixou gravados na memória musical alguns dos melhores álbuns da história”, como a produção que realizou ao lado de Camarón.
Por sua vez, a secretária de Cultura, Patrimônio Histórico e Esporte da Andaluzia, Patricia del Pozo, destacou em uma publicação no X o trabalho dele para “abrir novos caminhos”.
Mais especificamente, del Pozo destacou que seu papel como “grande colaborador de artistas” permitiu que ele se tornasse “uma figura essencial da música e, acima de tudo, do flamenco”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático