ESTHER LOBATO-EUROPA PRESS
ALMERÍA 16 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Junta de Andaluzia, Juanma Moreno, solicitou nesta segunda-feira à ministra da Saúde, Mónica García, que se sente a negociar com os sindicatos médicos para chegar a um acordo que suspenda a greve. Durante sua intervenção por ocasião de uma visita ao Hospital Universitário Torrecárdenas de Almería, o presidente aproveitou para fazer uma avaliação sobre a greve dos médicos.
O Serviço Andaluz de Saúde (SA), dependente da Secretaria de Saúde, Presidência e Emergências, ativará a partir desta segunda-feira e até 20 de fevereiro os serviços mínimos para enfrentar uma semana de greve à qual estão convocados cerca de 30.000 médicos, aos quais se somam os residentes (MIR) e os profissionais não médicos. Os serviços mínimos desta primeira semana se repetirão até junho, já que os sindicatos médicos, entre eles o Sindicato Médico Andaluz (SMA), vão convocar uma semana de greve todos os meses até junho próximo para exigir do Ministério da Saúde um Estatuto Marco próprio — um marco normativo específico para os médicos.
Juanma Moreno afirmou que, dentro das “legítimas reivindicações a que têm direito os profissionais de saúde e, neste caso, os médicos”, a administração está preocupada com a situação, pois “são greves muito longas que implicam, sem dúvida, o cancelamento de milhares de consultas ou atos médicos, o que repercute evidentemente no mal-estar que alguns cidadãos podem sentir”.
Acrescentou que, embora o SAS tenha estabelecido, como é obrigatório, os serviços mínimos, “haverá um impacto na nossa capacidade de atender a população como ela merece, sobretudo na atenção precoce”. Perante isso, o presidente da Junta instou a ministra da Saúde a “sentar-se para negociar e não parar até chegar a um acordo”.
“Pedimos um esforço decidido para chegar a um acordo o mais rápido possível e evitar esse conflito que afeta de forma decisiva e determinante a nossa saúde”, expressou Juanma Moreno.
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