Publicado 15/02/2026 10:39

Moreno aponta para o retorno parcial dos moradores a Grazalema, que será decidido esta tarde com base em relatórios de geólogos.

O presidente da Junta, Juanma Moreno, neste domingo em Ronda (Málaga), acompanhado pelo prefeito de Grazalema (Cádiz) e pela prefeita de Ronda.
ÁLEX ZEA/EUROPA PRESS

RONDA (MÁLAGA), 15 (EUROPA PRESS)

O presidente da Junta da Andaluzia, Juanma Moreno, anunciou neste domingo que esta tarde será decidida a volta parcial dos moradores desalojados de Grazalema (Cádiz), uma decisão que depende dos relatórios apresentados pelos geólogos do Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC) sobre “quais áreas do município e do centro urbano são seguras”.

Em declarações à imprensa durante sua visita ao poliesportivo El Fuerte de Ronda (Málaga), que acolhe parte dos 1.500 moradores desalojados de Grazalema, Moreno indicou que “estaremos em condições de tomar decisões ainda esta tarde”.

Em seguida, reconheceu que o regresso dos residentes às zonas do município de Cádis identificadas pelos geólogos como seguras “poderá ser iminente”.

“Se tomarmos a decisão esta tarde, pode ser amanhã mesmo”, continuou o presidente andaluz sobre o momento em que ocorreria o retorno dos moradores de Grazalema, que depois de se dirigir à mídia iria anunciar pessoalmente aos próprios alojados em Ronda a decisão que será tomada esta tarde.

O presidente da Junta explicou que “os técnicos com georradares estão medindo o nível de perigo” de Grazalema em situações como “deslizamentos de terra ou afundamentos” que poderiam representar perigo para as famílias que pretendem retornar.

Moreno reconheceu que é “já uma boa notícia que ao longo desta tarde” se possa acordar o regresso, não a todo o município, mas que será feito “por fases, por zonas”.

O presidente andaluz, que lembrou que a decisão de evacuar os moradores de Grazalema, tomada no dia 5 deste mês, “foi difícil para o prefeito e para mim”, destacou que “esta não é uma decisão política”, pois apelou que será “uma decisão que ambas as administrações tomamos com base nos relatórios dos especialistas”.

“Isso nos dá uma luz de esperança de que, progressivamente, possamos começar a acabar com essa situação”, afirmou o presidente andaluz.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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