MADRID 27 jul. (EUROPA PRESS) -
A porta-voz do PSOE, Montse Mínguez, destacou que o "caso Montoro", que, se comprovado, será "o caso mais grave de corrupção na Espanha", não é o "passado" do Partido Popular (PP), mas o "presente do PP presidido por Feijóo".
"Estamos aprendendo como o PP, quando está no governo, usa o BOE em benefício de poucos, e isso, se comprovado, é o caso mais grave de corrupção em nosso país", disse o político, acrescentando que esse "não é o passado, mas o presente do PP presidido pelo Sr. Feijóo, com mais de 30 casos ainda pendentes de julgamento por corrupção".
Nesse sentido, Mínguez reiterou que "o Sr. Montoro não é o passado do PP, mas o presente".
É a política fiscal do presente, reduzindo os impostos para os poderosos, enquanto os cortes são aplicados à maioria social, e vimos isso na história do nosso país quando a direita governou", enfatizou a porta-voz, que se referiu às ações de "Aznar e também de Rajoy na pior crise que a Espanha experimentou com os cortes significativos que ocorreram no estado de bem-estar".
O USO DO "DINHEIRO DE TODOS PARA BENEFICIAR ALGUNS".
Na mesma linha, Mínguez enfatizou que "quando os aposentados estavam pagando por receitas médicas na farmácia, quando suas pensões foram cortadas ou os salários dos funcionários públicos foram cortados, estamos descobrindo "como o Sr. Montoro estava usando o Tesouro, o dinheiro de todos para beneficiar alguns, e isso merece uma explicação".
"E o importante é que as pessoas entendam a diferença que existe quando um partido governa ou quando o outro governa, ou seja, os socialistas e o governo do progresso em nosso país ou aqueles que beneficiam alguns, sempre os mesmos, enquanto Pedro Sánchez e seu governo beneficiam a maioria dos cidadãos", disse o político, para em seguida expressar que "o problema não é que a Espanha caia, mas que volte a cair nas mãos dos mesmos, porque eles só beneficiam os seus, alguns e os mesmos de sempre".
Nesse contexto, Mínguez reconheceu que eles estão "muito orgulhosos do Partido Socialista e que o Presidente anunciou que pretende reverter essa situação". Por outro lado, o político pediu explicações ao líder da oposição sobre um contrato com a empresa de Montoro quando ele era presidente da Junta de Galícia.
"Ele fez um contrato com a empresa de Montoro no qual pagou 170.000 euros em faturas e queremos saber por que, para que, com que intenção e se houve benefícios fiscais ou não", disse Mínguez, que terminou elogiando os números "espetaculares" do emprego divulgados esta semana.
"Nove em cada dez empregos são criados na iniciativa privada, 12 milhões de lares têm todos os seus membros empregados e há 16 milhões de contratos que já são indefinidos", lembrou o político, que terminou concluindo que o "país está avançando, sendo uma das economias com melhor desempenho na União Europeia".
"Esses números não são coincidência, são porque o governo liderado por Pedro Sánchez usa o BOE em benefício da maioria social, de nossas empresas e de nossos cidadãos", concluiu Mínguez.
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