SEVILHA 20 fev. (EUROPA PRESS) - A vice-presidente primeira e ministra das Finanças, María Jesús Montero, garantiu nesta sexta-feira que “vamos automatizar e simplificar tudo o que pudermos” as ajudas contra os efeitos da tempestade na Andaluzia, aprovadas na terça-feira passada pelo Conselho de Ministros, no valor de 7 bilhões de euros.
Contrastou o anúncio do Governo andaluz de que as suas ajudas serão pagas em junho, convencida de que “as pessoas não podem esperar até junho”, pelo que reivindicou que “vamos começar imediatamente com os primeiros pagamentos dessas ajudas aos trabalhadores independentes e às pessoas desalojadas, no menor prazo de tempo possível”.
Estas afirmações foram feitas no âmbito da sua intervenção nos Desayunos Informativos de Europa Press, realizados hoje em Sevilha com a colaboração da Fundação Cajasol e onde foi apresentada pelo diretor do Instituto Cervantes, Luis García Montero.
Nesse sentido, ela destacou que os Correios “disponibilizaram” seus escritórios como centros de atendimento ao cidadão, ressaltando que “eles estão espalhados por todo o território”.
Afirmou que serão um instrumento para “os trâmites dos cidadãos”, convencida de que “as pessoas não têm de se complicar com os formulários”, de modo que tanto nos escritórios dos Correios como nas subdelegações do Governo “isso possa ser feito de forma ágil para que possamos começar a pagar”.
“Continuaremos nos empenhando para recuperar os afetados e fazer tudo o que estiver ao nosso alcance”, reforçou a vice-presidente primeira e ministra da Fazenda sobre a gestão dos auxílios.
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