Publicado 14/03/2025 07:31

Mónica García argumenta que segurana no é apenas gastos militares e também se refere a investimentos em saúde, como vacinas.

Salienta que a política internacional deve ser decidida por "todo o governo" sobre a possibilidade de enviar foras de paz para a Ucrnia

A Ministra da Saúde, Mónica García, em sua chegada a uma sesso de controle no Senado, em 11 de maro de 2025, em Madri (Espanha). O Partido Popular está defendendo uma moo na sesso plenária do Senado para instar o governo espanhol a iniciar "imediat
Diego Radamés - Europa Press

MADRID, 14 mar. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, argumentou que a segurana no se refere exclusivamente a gastos militares, mas que também está ligada a outros itens, como investimento em material de saúde e estoques de medicamentos, como vacinas.

García pediu para "ampliar e ir além" da concepo tradicional para "entender a segurana como algo mais global, que engloba muitas outras coisas, inclusive a saúde".

Ela disse isso na sexta-feira em uma entrevista na TVE, captada pela Europa Press, quando perguntada se o Más Madrid, que faz parte do Sumar, é a favor do aumento dos gastos militares.

E disse que tanto Sumar quanto o PSOE, "todo o governo", compartilham a opinio de que é necessário "cuidar da segurana da Espanha" e "aumentá-la".

A ministra insistiu que no devemos nos concentrar apenas nos gastos militares, ressaltando que a segurana também afeta a saúde e que devemos falar sobre reservas estratégicas de material de saúde, como a cadeia de produo de medicamentos, "para estarmos preparados para ter vacinas", por exemplo.

COORDENAO COM OUTROS PAÍSES

Além disso, quando questionada se é a favor do envio de tropas de paz para a Ucrnia, a ministra defendeu que "todo o governo" deve ser levado em conta em "tudo o que for ser feito" em termos de política internacional.

Ela enfatizou que "a política que tem a ver com a política internacional é uma política de governo, e cabe a todo o governo decidir o que será feito".

García disse que o atual panorama geopolítico é "muito complexo" e "no há respostas simples". "O que temos de fazer é coordenar com o resto dos países da Europa, refletir sobre por que terceirizamos nossa segurana e no assumimos o controle de nossa própria segurana", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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