Europa Press/Contacto/Iranian Supreme Leader'S Off
MADRID, 6 abr. (EUROPA PRESS) -
O líder supremo iraniano, Mojtaba Jamenei, afirmou nesta segunda-feira que os “assassinatos” de comandantes militares iranianos não “podem deter” os “ideais da jihad” e “o caminho da verdade e da justiça” das Forças Armadas, em referência ao ataque perpetrado nas últimas horas, no qual morreu o chefe da Inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, Majid Jademi.
“O inimigo, após as sucessivas derrotas na guerra imposta à nação e aos bravos combatentes do Irã islâmico, e de acordo com seus planos sinistros, mais uma vez recorreu à arma habitual do terrorismo sionista e ao assassinato de um dos comandantes da Inteligência do país”, afirmou Jamenei em um comunicado divulgado pela mídia estatal.
Jademi “alcançou a graça do martírio após décadas de contribuições silenciosas nas áreas de segurança, inteligência e defesa do país”, destacou Jamenei.
“Mas a leal fileira de combatentes e mujahedin do caminho da verdade e da justiça do Irã islâmico e dos membros das forças armadas que sacrificaram suas vidas já é tão longa e firme que o terrorismo e o crime não podem deter seus ideais de jihad”, argumentou.
Jamenei transmitiu suas felicitações e condolências à família, aos colegas e aos comandantes da Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica pelo “martírio” deste oficial.
Anteriormente, o presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, havia criticado o assassinato de Jademi, "uma demonstração da arrogância" dos Estados Unidos e de Israel, que buscam "compensar a fraqueza no campo de batalha com assassinatos covardes".
“Essa conspiração cega de arrogância é sempre mais fútil e infrutífera, e golpes mais duros os aguardam”, afirmou Qalibaf em uma declaração divulgada pela rede pública de rádio e televisão iraniana, IRIB.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático