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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
A ministra do Trabalho do Chile, Jeannette Jara, apresentou sua renúncia na segunda-feira, depois de ter sido escolhida pelo Partido Comunista do Chile como sua candidata para as eleições presidenciais de novembro próximo.
Jara se reuniu com o presidente do país, Gabriel Boric, no Palácio de la Moneda, para apresentar sua renúncia ao cargo de ministra do Trabalho, uma medida obrigatória devido à legislação eleitoral do Chile, de acordo com informações obtidas pelo canal de notícias T13.
O presidente do Partido Comunista do Chile, Lautaro Carmona, justificou a escolha de Jara como candidata à presidência por sua "qualidade e experiência política", bem como pelos resultados de seu tempo no governo, onde ela conseguiu implementar medidas sociais.
"Ela tem todas as qualidades e capacidades. Ela tem toda a confiança. Ela é membro do Comitê Central, da Comissão Política e, junto com isso, terá a contribuição ativa de cada um de nós no espaço correspondente", reiterou Carmona em uma coletiva de imprensa.
Nas últimas eleições presidenciais no Chile, realizadas em 2021, o Partido Comunista Chileno fez parte da coalizão Apruebo Dignidad - composta por vários partidos de esquerda com perfil progressista - que levou Boric à vitória sobre o candidato de extrema-direita José Antonio Kast.
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