MINISTERIO DEL INTERIOR DE COLOMBIA EN X
MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro do Interior da Colômbia, Armando Benedetti, admitiu ter sido viciado em álcool e drogas por três décadas e ter tido uma recaída. "A decisão mais difícil que já tomei na vida foi ir para aquele centro de reabilitação", disse ele em uma entrevista recente.
Eu não gostaria de ser um viciado, mas sou", disse ele em declarações à revista "Cambio", nas quais reconheceu que é "difícil" aceitar essa condição. Ninguém gosta de dizer que está doente. Eu não quero ser um viciado em drogas. Quero dizer, não quero ser um viciado, mas sou. É uma doença", disse ele.
As palavras de Benedetti foram proferidas depois que o ex-ministro das Relações Exteriores, Álvaro Leyva, na semana passada, culpou tanto ele quanto, principalmente, o presidente colombiano Gustavo Petro, pelos problemas de dependência. Ele é uma "pessoa doente" que também é "viciada em drogas", disse o ministro do Interior.
"Sempre se nega isso. Reconheci que sou viciado depois que fui à clínica. Antes disso, eu não sentia que era viciado", disse Benedetti, que definiu esse tipo de situação como "um problema de saúde pública".
"Se toda a sociedade, o estado e a nação, quando alguém levanta a mão e diz que está doente, oferecesse ajuda, haveria um grande alívio", acrescentou o ministro, cuja entrada no gabinete de Petro foi altamente questionada, não apenas por causa de seus vícios anteriores, mas também por causa de um suposto caso de violência masculina.
Benedetti também admitiu ter sido infiel à sua esposa, Adelina Guerrero. "As portas do vício abrem as portas da infidelidade", disse ele, negando que tenha sido violento com ela, embora não tenha negado o famoso episódio da faca. No entanto, eles se reconciliaram. "Não sei como ela me perdoou", disse ele.
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