Kay Nietfeld/dpa - Arquivo
Aplaude o plano de Trump para o enclave palestino: “Os outros fracassaram porque não abordaram o terror e o ódio” MADRID 19 fev. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, pediu nesta quinta-feira, durante sua intervenção na reunião do Conselho de Paz realizada em Washington, capital dos Estados Unidos, o “desarmamento” e o “desmantelamento” do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
“É necessário desmantelar a infraestrutura terrorista do Hamas, seus túneis subterrâneos e instalações de produção de armas, e acabar com a doutrinação das crianças palestinas em instituições educacionais e religiosas”, afirmou Saar, que elogiou o plano do presidente americano, Donald Trump, para o futuro do enclave palestino.
Nesse sentido, ele garantiu que os planos anteriores “não funcionaram porque não abordavam questões fundamentais como o terror, o ódio, a incitação e a doutrinação”. “É a primeira vez que um plano se concentra nas raízes do problema. Nós o apoiamos e estamos trabalhando para avançar até que ele seja bem-sucedido”, acrescentou.
Ele também lembrou os ataques de 7 de outubro de 2023, aos quais se referiu como um dos “momentos culminantes da campanha de terror do Hamas”, ao mesmo tempo em que instou a evitar “que se repitam”. “O povo de Gaza deve ser libertado desses terroristas”, afirmou.
Anteriormente, o ministro defendeu que Israel tenha “uma presença permanente” no enclave palestino, apesar de o plano americano exigir a retirada gradual das tropas israelenses à medida que o contingente internacional entra na zona. “A presença permanente do Exército israelense em uma zona de segurança dentro de Gaza continuará para sempre”, enfatizou Saar.
Quase 50 países aderiram à sessão inicial do Conselho de Paz, excedendo assim os participantes dos 27 membros fundadores do organismo, entre os quais há apenas dois países da União Europeia: Bulgária e Hungria.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático