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MADRID, 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, fez uma visita oficial aos Emirados Árabes Unidos (EAU) para tratar de "toda a gama de questões regionais", em meio ao aumento das tensões e à intensificação da ofensiva militar israelense contra a Faixa de Gaza desde 18 de março, quando Israel rompeu o cessar-fogo alcançado em janeiro com o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
Discutimos toda a gama de questões regionais, bem como a expansão das relações bilaterais entre nossos países", disse Saar após se reunir com seu homólogo dos Emirados, Abdullah bin Zayed, naquela que é sua segunda visita ao país desde a normalização de suas relações por meio dos "Acordos de Abraão", assinados em 2020.
"Há muitos desafios pela frente no Oriente Médio, mas há parceiros para um futuro melhor de cooperação e estabilidade", disse o ministro das Relações Exteriores de Israel em uma breve mensagem publicada em sua conta na rede social X após a reunião com Bin Zayed, na qual foram discutidas "as crescentes relações bilaterais entre os dois países", segundo o governo dos Emirados Árabes Unidos.
O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados enfatizou em um comunicado que os dois "também discutiram os últimos acontecimentos na região e suas implicações, particularmente o agravamento da crise humanitária na Faixa de Gaza", bem como "os esforços regionais e internacionais para reavivar uma trégua, alcançar um cessar-fogo e garantir a libertação dos reféns".
Bin Zayed transmitiu ao seu colega israelense a necessidade de "trabalhar em prol de um cessar-fogo e da libertação dos reféns", bem como "a importância de evitar uma nova escalada do conflito na região". Ele expressou seu apoio a "todos os esforços diplomáticos para proteger os civis e melhorar a resposta à crise humanitária em Gaza".
Também enfatizou "a necessidade urgente de avançar em direção a um horizonte político sério para a retomada das negociações para alcançar uma paz abrangente baseada na solução de dois Estados", que inclui o estabelecimento de um Estado palestino nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital.
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