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MADRID 23 fev. (EUROPA PRESS) - O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, solicitou nesta segunda-feira às autoridades dos Estados Unidos a libertação do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, ambos presos após o ataque perpetrado em 3 de janeiro pelas forças do país norte-americano contra o território venezuelano.
O pedido de Gil foi feito durante a sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU que está ocorrendo na cidade suíça de Genebra. Nesse sentido, ele defendeu que Maduro continua sendo o “presidente constitucional da Venezuela” e lembrou que ele representa um “país soberano, livre e pacífico”.
“A Venezuela reitera sua firme denúncia contra a instrumentalização dos direitos humanos como armas políticas, utilizadas para atacar, oprimir e causar sofrimento aos povos do mundo com o objetivo de subjugar sua vontade”, afirmou, segundo um comunicado.
“No caso da Venezuela, os direitos humanos, sociais, econômicos e culturais do nosso povo têm sido sistematicamente violados durante mais de uma década devido a medidas coercitivas unilaterais, violência extremista e, mais recentemente, um ataque militar que resultou no sequestro do nosso chefe de Estado”, lamentou.
No entanto, ele afirmou que o sistema da ONU “não adotou uma posição firme contra essas violações, enquanto autoriza relatórios tendenciosos e politizados sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela”.
“Hoje, a Venezuela exige o fim imediato das medidas coercitivas, uma agenda de direitos humanos que seja imparcial e sem seletividade política, o respeito à soberania dos Estados e a libertação imediata do presidente e da primeira-dama”, concluiu.
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