Publicado 17/02/2025 09:06

Ministro das Relações Exteriores da Turquia chama o PKK de "vírus" e defende a "eliminação" do grupo

Archivo - Arquivo - 26 de junho de 2024, HelenóW, Polônia: O Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, olha para a câmera enquanto é recebido pelo Ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski. Em 26 de junho de 2024, o Mi
Europa Press/Contacto/Marek Antoni Iwanczuk

MADRID 17 fev. (EUROPA PRESS) -

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, classificou o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), considerado um grupo terrorista por Ancara, como um "vírus" e defendeu a necessidade de exterminar o grupo por causa do que ele considera seu papel desestabilizador na região do Oriente Médio.

"Eles não atacam apenas a Turquia. Eles atacam o Irã, o Iraque e a Síria. É por isso que chegou a hora de acabarmos com esse vírus juntos", disse ele em uma entrevista ao canal de televisão turco TRT, na qual indicou que "é do interesse da Síria e da Turquia, do Iraque e dos curdos que o PKK seja eliminado".

A Turquia lançou várias operações contra o PKK na Turquia e no Iraque, bem como contra as Unidades de Proteção Popular (YPG), uma milícia curdo-síria que lidera as Forças Democráticas da Síria (SDF), na Síria, onde Ancara apoia vários grupos rebeldes armados.

Também estão em andamento conversações entre o Partido da Igualdade e Democracia do Povo (DEM), pró-curdo, e vários partidos turcos, incluindo contatos com o líder do PKK, Abdullah Ocalan, que está preso, com o objetivo de possivelmente iniciar negociações e encerrar a luta armada do grupo, embora nenhum anúncio oficial tenha sido feito até o momento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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