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MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro das Relações Exteriores da República Tcheca, Petr Macinka, reabriu nesta terça-feira o debate sobre a transferência da Embaixada da República Tcheca da cidade de Tel Aviv para Jerusalém, insistindo que essa é uma opção que lhe agrada e destacando suas “vantagens práticas”, embora tenha ressaltado que precisa do apoio interno de seu governo.
Durante sua visita a Israel, Macinka indicou que deseja “reabrir o debate” sobre a transferência da Embaixada do país para Jerusalém. Ele fez isso durante uma coletiva de imprensa ao lado de seu homólogo israelense, Gideon Saar, explicando que isso deve ser feito “não apenas por seu valor simbólico”, mas também por suas “vantagens práticas”.
“Vou tentar fazer tudo o que puder”, afirmou o ministro tcheco, alinhado às políticas do governo de Benjamin Netanyahu.
Assim, embora Macinka tenha querido apresentar a ideia, ele admitiu que precisaria do apoio interno de seu governo. “Se você me perguntar sobre uma possível data, neste momento não poderia responder”, esclareceu. “Não depende apenas de mim, sou apenas o ministro das Relações Exteriores”, explicou o ministro tcheco.
Essa decisão dependeria em grande parte do apoio do primeiro-ministro, Andrej Babis, líder do partido populista de centro-direita ANO, formação distinta daquela de Macinka, que lidera o partido dos motoristas AUTO, que representa a ala mais extremista do governo de Babis.
O ministro das Relações Exteriores lidera esse movimento que defende a propriedade de automóveis, o antiambientalismo e o euroceticismo na República Tcheca.
Além disso, o governante tcheco quis expressar seu forte apoio a Israel em sua ofensiva contra o Líbano e seu apoio aos Estados Unidos na guerra contra o Irã. “Israel é um país civilizado cercado por inimigos incivilizados. Os líderes liberais não sabem o que Israel está enfrentando”, enfatizou Macinka durante a coletiva de imprensa.
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