Kike Rincón - Europa Press
MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, apresentou uma proposta ao governo para endurecer ainda mais a resposta à possível chegada de uma flotilha, o que envolve classificar os ativistas a bordo como "terroristas", descartando assim a possibilidade de uma "prisão branda" de algumas horas.
Cerca de 20 barcos da Flotilha Global Sumud partiram de Barcelona no domingo - embora tenham tido que retornar ao porto na segunda-feira devido ao mau tempo - com o objetivo final de levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, embora o governo de Benjamin Netanyahu já tenha advertido que não tolera esse tipo de incursão.
Ben Gvir afirmou em uma reunião do Executivo "a posição inabalável de Israel para salvaguardar suas fronteiras e garantir a segurança nacional", o que resultará, de acordo com o plano inicial, na transferência dos membros da flotilha para prisões reservadas a suspeitos de terrorismo, informa o 'The Jerusalem Post'.
"Não permitiremos que aqueles que apoiam o terrorismo vivam com conforto", acrescentou o ministro, que deseja que os detidos "sofram todas as consequências de suas ações" e não se beneficiem do mesmo tratamento dado aos membros de flotilhas anteriores, que foram libertados em questão de horas ou dias.
Além disso, as autoridades israelenses planejam confiscar todos os barcos da flotilha e usá-los para suas próprias operações de segurança, com o objetivo, de acordo com Ben Gvir, de que essa nova implantação se torne "um claro impedimento" para iniciativas semelhantes no futuro.
"Qualquer pessoa que decida colaborar com o Hamas e apoiar o terrorismo receberá uma resposta firme de Israel", disse o ministro, uma das vozes mais radicais do governo de Netanyahu.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático