Europa Press/Contacto/Leco Viana, Leco Viana
MADRID 8 jan. (EUROPA PRESS) - O ministro da Justiça do Brasil, Ricardo Lewandowski, apresentou nesta quinta-feira sua renúncia ao cargo por “motivos pessoais e familiares”, embora seu mandato tenha sido marcado por operações de segurança controversas, como a que ocorreu em outubro de 2025 no Rio de Janeiro e que resultou em cerca de 120 mortos.
Assim, ele afirmou ter a “convicção de ter desempenhado as funções do cargo com zelo e dignidade”, exigindo de si mesmo e de seus colaboradores “o melhor desempenho possível em benefício” da população, de acordo com uma carta enviada ao presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
No entanto, Lewandowski, cuja renúncia entrará em vigor nesta sexta-feira, quis ressaltar que seu mandato foi marcado pelas “limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias” atuais.
“Agradecendo o constante estímulo e apoio com que fui honrado ao longo destes quase dois anos à frente do Ministério, aproveito esta oportunidade para reiterar minha mais alta estima e distinta consideração”, acrescentou.
Antes de ocupar este cargo ministerial, Lewandowski, que presidiu o julgamento político da ex-presidente Dilma Rousseff na sua qualidade de presidente do Supremo Tribunal Federal, esteve mais de 15 anos no tribunal superior, depois de ter sido nomeado por Lula durante o seu segundo mandato, em 2006, até se aposentar antecipadamente em abril de 2023.
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