Publicado 01/09/2025 08:09

Ministro da Defesa do Equador lidera "intervenção militar maciça" na prisão de Guayaquil

Archivo - QUITO, Jan. 10, 2024 -- Patrulha da polícia equatoriana em Quito, Equador, 9 de janeiro de 2024. O presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou na terça-feira um "conflito armado interno" e mobilizou o exército para combater o crime organizado
Europa Press/Contacto/Mateo Armas - Arquivo

MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -

O governo do Equador lançou uma "intervenção militar maciça" na Penitenciária Litoral de Guayaquil, considerada uma das mais perigosas do país, em um extenso destacamento que foi liderado 'in situ' pelo ministro da Defesa do Equador, Gian Carlo Loffredo.

O objetivo dessa operação das Forças Armadas foi "desmantelar as estruturas do crime organizado" que se tornaram fortes nessa prisão, um cenário recorrente de tumultos e distúrbios. Em setembro de 2021, mais de cem detentos foram mortos em um confronto entre gangues.

Os militares realizaram uma "busca minuciosa" nas instalações em uma tentativa de localizar armas e explosivos. O ministério enfatizou que, com isso, eles querem demonstrar o "comando firme" do governo de Daniel Noboa, para o qual "não há trégua contra as organizações criminosas".

Noboa, que foi reeleito presidente do Equador em abril, fez da luta contra esses grupos um dos principais slogans de sua administração, que envolveu o endurecimento das medidas políticas e de segurança, por exemplo, declarando estado de emergência.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado