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MADRID 3 ago. (EUROPA PRESS) -
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, negou as acusações de traição e conspiração contra o governo do presidente colombiano, Gustavo Petro, após a publicação de várias mensagens em um bate-papo privado com um oficial de alta patente do exército, no qual ele afirma estar agindo pelas costas do presidente, o que Sánchez descreveu como falso.
O sargento aposentado do exército Alexander Chala publicou no sábado uma conversa privada no aplicativo de mensagens Signal entre o ministro da Defesa e o general do exército Enrique Zapaterio, na qual se pode ler: "A Presidência não precisa saber disso", no contexto de uma conversa sobre um contrato, embora sem especificar.
Chala afirmou que o que foi publicado é apenas parte de uma conversa sobre "acordos, negociações, favores e visitas" ao Instituto Nacional da Indústria Militar (Indumil), dos quais o presidente Petro não está sendo informado.
"Se esses fatos forem comprovados, não seria apenas uma das piores traições contra o presidente Gustavo Petro, mas um ato de deslealdade e desonra que colocaria em risco a segurança nacional", disse Chala em uma mensagem publicada em sua conta na rede social X.
O chefe do Ministério da Defesa descreveu essas acusações como "infundadas e caluniosas" e disse que se tratava de uma "séria tentativa de desestabilizar as Forças Armadas e minar a confiança entre elas e o Presidente da República".
Ele também acrescentou que as conversas publicadas são "fictícias" e "criadas com malícia", e que tomará medidas legais para a divulgação das imagens.
"Minha honra e lealdade são os únicos bens que possuo, e não permitirei que sejam manchados sem consequências. Defenderei meu bom nome por meio de todos os canais legais disponíveis", disse Sánchez em uma mensagem em sua conta no X.
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