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O museu diz que as vitrines, instaladas em 2019, foram um avanço "considerável" na segurança.
MADRID, 21 out. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Cultura da França, Rachida Dati, garantiu que as medidas de segurança no Museu do Louvre, em Paris, "funcionaram", apesar do roubo de oito peças de joalheria na manhã de domingo, em um assalto que levou o governo a abrir uma investigação administrativa.
Durante a sessão de controle na Assembleia Nacional, Dati quis expor "algumas verdades" sobre um caso que, como ela mesma reconheceu, foi "uma ferida" para toda a cultura francesa e para o patrimônio comum.
"As medidas de segurança falharam no Museu do Louvre? Não, isso é um fato. As medidas de segurança funcionaram", disse ela, em meio ao evidente desconforto de uma oposição que agora está exigindo responsabilidade do governo e, em particular, do Ministério da Cultura.
Por sua vez, a direção do Museu do Louvre também defendeu em uma mensagem enviada à Europa Press as vitrines onde as joias roubadas foram expostas, instaladas no final de 2019. Ela argumenta que elas representaram "um progresso considerável em termos de segurança" em relação à "obsolescência" das vitrines anteriores, que apresentavam problemas quando se tratava de mover as peças ou as laterais.
PESQUISA EM ANDAMENTO
Dati, que também está concorrendo à prefeitura de Paris, prometeu "transparência" para chegar ao fundo do poço do que aconteceu, enquanto também aguarda o progresso das investigações policiais e judiciais. As autoridades não revelaram nenhuma pista específica sobre os criminosos, além de confirmar que eles perderam vários objetos em sua fuga, incluindo uma coroa de Eugénie de Montijo.
O roubo ocorreu no domingo, pouco depois de o museu abrir suas portas, obrigando todos os visitantes a saírem. A galeria de arte, um dos marcos culturais e turísticos da França, também foi fechada na segunda-feira, e nunca abre às terças-feiras.
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