Publicado 03/05/2026 01:59

O Ministério Público de Washington alega que Cole Allen agiu com premeditação ao tentar assassinar Trump

29 de abril de 2026, Washington, Distrito de Columbia, EUA: COLE TOMAS ALLEN, o californiano acusado de abrir fogo do lado de fora do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, tirou uma selfie antes do ataque, vestido de preto e com munição
Europa Press/Contacto/U.S. Justice Department

A acusação afirma estar “extremamente segura” do caso e aponta para um plano calculado com base em rastros digitais

MADRID, 3 maio (EUROPA PRESS) -

A Promotoria dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia afirmou que o acusado, Cole Allen, agiu com determinação e premeditação em sua suposta tentativa de assassinato do presidente Donald Trump durante o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, conforme assinalou durante uma intervenção pública na qual detalhou os avanços da investigação.

“O que aprendemos com a investigação: Cole Allen fez tudo o que era necessário, em sua mente, para matar o presidente”, afirmou a promotora Jeanine Ferris, que ressaltou que o acusado pode pegar prisão perpétua por esses fatos. “Estamos extremamente seguros em relação ao caso que meu escritório está apresentando contra ele”, acrescentou.

De acordo com Ferris, as autoridades estão focadas em reconstruir o rastro digital do suspeito, uma peça-chave para compreender o planejamento do suposto ataque. “Estamos tentando reconstruir o rastro digital real dessa pessoa”, explicou.

De acordo com as informações coletadas até o momento, a acusação sustenta que Allen demonstrou um comportamento metódico e deliberado. Assim, o suspeito foi definido como uma pessoa calculista e decidida que “agiu com premeditação na intenção de cometer atos violentos”. “Ele fez tudo o que considerou necessário para matar o presidente dos Estados Unidos”, destacou a promotora.

Nesse sentido, a Promotoria também fez referência a um suposto manifesto atribuído ao acusado, do qual a imprensa se fez eco há alguns dias, no qual ele teria detalhado suas intenções.

“Não se enganem, apesar de seu manifesto, apesar de que, como sabem, ele excluiu esta agência, o Serviço Secreto e a Polícia do Capitólio (...) e algumas outras pessoas, ele disse: ‘Mesmo assim farei o que for preciso para chegar ao presidente e aos altos cargos’”, lembrou ela.

Assim sendo, a investigação continua em andamento com a coleta de depoimentos do círculo próximo do suspeito, a quem a Promotoria dos Estados Unidos acusou formalmente nesta segunda-feira de três crimes, entre eles a tentativa de assassinato do presidente.

Cole Allen, professor californiano de 31 anos, também foi acusado de transporte de armas entre estados e do uso de arma de fogo durante a prática de um crime violento, segundo a emissora de televisão norte-americana CBS News.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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