Publicado 23/05/2026 17:38

O Ministério Público mexicano intima a governadora de Chihuahua devido à presença de agentes da CIA

Archivo - Arquivo - A governadora de Chihuahua, Maria Eugenia Campos Galván, durante a apresentação do Plano Estratégico 2026-2029 para a Administração da Justiça no Centro Cultural do México Contemporâneo, em 17 de abril de 2026, na Cidade do México, Méx
Europa Press/Contacto/Luis Barron - Arquivo

MADRID 23 maio (EUROPA PRESS) -

A Procuradoria-Geral da República do México intimou a governadora de Chihuahua, María Eugenia Campos Galván, a prestar depoimento em relação à operação contra o tráfico de drogas na qual morreram dois agentes da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), no último dia 19 de abril.

“Bem, estaremos lá porque sempre dei a cara”, declarou Campos, que goza de imunidade constitucional, o que não a isenta das intimações, segundo a imprensa mexicana.

A governadora recebeu a intimação no Palácio do Governo em Chihuahua. “A única coisa é que lamento que sejam vocês os portadores dessas más notícias para o estado de Chihuahua, para minar a institucionalidade e prejudicar os chihuahuenses”, acrescentou Campos diante dos agentes, aos quais também disse que entendia que estavam fazendo seu trabalho.

“A Rubén Rocha não foi solicitado que comparecesse perante a FGR, nem a nenhum outro governador deste país. Pois lá estaremos, porque sempre dei a cara”, insistiu.

O caso ganhou notoriedade depois que as autoridades de Chihuahua reconheceram que havia dois americanos ligados à CIA entre os quatro mortos.

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, pediu explicações às autoridades americanas, em particular à sua representação diplomática, pela presença de agentes da CIA em uma operação da qual ela não tinha conhecimento e deu a entender que poderia ter havido uma violação da segurança nacional e da soberania do México.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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