Europa Press/Contacto/Alex Kormann
O procurador-geral adjunto, Todd Blanche, reitera que não há necessidade, pois o agente agiu em legítima defesa MADRID 18 jan. (EUROPA PRESS) -
O procurador-geral adjunto dos EUA, Todd Blanche, afirmou neste domingo que seu gabinete não tem intenção, por enquanto, de investigar o agente federal de imigração que matou a tiros Renee Good no último dia 7 de janeiro, insistindo, seguindo a versão oficial, que o agente agiu em legítima defesa porque a mulher tentou atropelá-lo com seu veículo.
Organizações como a Human Rights Watch denunciaram, por outro lado, que o ocorrido foi um “assassinato injustificado” e que os vídeos do incidente demonstram que Good em nenhum momento tentou usar seu veículo contra o agente. “Não vamos investigar cada vez que um agente se defende de alguém que coloca sua vida em perigo”, indicou Blanche em declarações à Fox News. “Nunca fazemos isso e não tem nada a ver com o que aconteceu em Minneapolis”, afirmou o procurador-geral adjunto. Blanche garantiu que não cederá às “pressões” do governador democrata de Minnesota, Tim Walz, que pediu a abertura desta investigação e a colaboração, até agora inexistente, entre o Departamento de Justiça e a polícia local para compartilhar informações sobre o incidente.
“Investigaremos quando for apropriado investigar e este não é o caso. Não era o caso quando ocorreu e não é o caso hoje”, afirmou Blanche. “Se as circunstâncias mudarem, o faremos, mas não vamos ceder. Se chegar a hora, o faremos, mas essa hora ainda não chegou”, afirmou.
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