Publicado 13/05/2025 09:34

O Ministério Público da Bolívia acusa formalmente o general Zuniga pela tentativa de golpe em junho de 2024.

Archivo - BEIJING, June 28, 2024 -- Juan Jose Zuniga (C), ex-comandante geral do Exército, é fotografado em La Paz, Bolívia, em 26 de junho de 2024.   O presidente da Bolívia, Luis Arce, denunciou na quarta-feira o que parecia ser uma tentativa de golpe d
Europa Press/Contacto/Roberto Aranda - Arquivo

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

A Promotoria Pública de La Paz denunciou oficialmente o general Juan José Zúñiga, bem como outras vinte pessoas, por crimes de terrorismo, levante armado contra a segurança e a Constituição pelo golpe de Estado frustrado que ocorreu em 26 de junho de 2024.

Entre os principais acusados estão Zúñiga, então chefe do exército, os ex-comandantes da marinha, Juan Arnez, e da força aérea, Marcelo Zegarra, bem como Fernando Hamdan, presidente de uma comissão de direitos humanos na Bolívia, considerado pelo governo como um co-organizador do golpe.

Zúñiga e Hamdan estão entre os suspeitos que estão sob detenção provisória por esses eventos, informa a agência de notícias ABI.

Em 26 de junho, um grupo de soldados liderados por Zúñiga assumiu o controle da antiga sede presidencial na Plaza Murillo, em La Paz, por algumas horas. O presidente boliviano Luis Arce foi até o local para persuadir o general a desistir de suas intenções, mas ele foi preso logo depois.

Em uma coletiva de imprensa improvisada após sua prisão, Zúñiga acusou o presidente Arce de ter orquestrado o golpe para aumentar sua popularidade, em um momento de luta fratricida com o setor de seu partido - Movimento ao Socialismo (MAS) - simpático ao ex-presidente Evo Morales, que apoiou a tese do "autogolpe".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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