Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério das Relações Exteriores condenou “categoricamente” os “últimos ataques” contra a Força Provisória das Nações Unidas no Líbano (FINUL), que causaram a morte de três soldados indonésios. Também transmitiu suas “mais sinceras condolências” às “famílias, entes queridos”, bem como ao Governo e ao povo da Indonésia.
O departamento liderado por José Manuel Albares instou ao cumprimento da “Resolução 1701”, bem como ao respeito pelo direito internacional e humanitário, e à “proteção” da segurança das forças de manutenção da paz, conforme afirmou em um comunicado divulgado pela Europa Press.
Após os ataques aos “capacetes azuis”, o Ministério das Relações Exteriores apelou à “soberania e integridade” do Líbano como “condição indispensável para a paz e a segurança na região”.
Nesse sentido, o Governo reafirmou seu apoio às “medidas corajosas” adotadas por esse país para “restaurar o monopólio do uso da força”.
“Dois ‘capacetes azuis’ da FINUL morreram tragicamente no sul do Líbano quando uma explosão de origem desconhecida destruiu seu veículo perto de Bani Hayan”, informou a missão da ONU em um comunicado nesta segunda-feira. Mais dois militares ficaram feridos, um deles em estado grave.
As duas vítimas fatais somam-se ao militar indonésio identificado como Fahrizal Rambe, que faleceu neste domingo devido à explosão de um projétil que também feriu gravemente outro membro das forças de paz em Taibe, no distrito de Marjayún, no sul do país. O ferido, Rico Pramudia, foi transferido para um hospital em Beirute, conforme informado nesta segunda-feira pela FINUL.
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