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MADRID 19 maio (EUROPA PRESS) -
Um tribunal ucraniano condenou na segunda-feira um oficial do exército ucraniano a 15 anos de prisão por participar da incursão na região fronteiriça russa de Kursk, onde as forças ucranianas entraram em agosto de 2024 e passaram a controlar cerca de 1.200 quilômetros quadrados do território russo.
"As evidências coletadas pela Diretoria de Investigação Militar do Comitê Investigativo Russo apontam para o fato de que o soldado, Sergei Chumasov, é culpado de cometer um ato terrorista", disse o órgão em um comunicado.
O órgão especificou que ele terá que passar os primeiros três anos de sua sentença na prisão, enquanto o restante da sentença terá que ser cumprido em uma colônia penal, de acordo com o documento, ao qual a agência de notícias russa TASS teve acesso.
O tribunal observa que Chumasov supostamente se juntou às fileiras ucranianas em outubro passado e, armado com um fuzil de assalto AK-74, participou de operações na área com outros soldados. Na aldeia de Olgovka, a unidade de Chumasov colocou várias minas e bloqueou a evacuação de civis.
Ele foi preso durante os confrontos com as forças russas, que o entregaram às autoridades para que fosse processado.
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