Publicado 13/09/2026 13:15

Milícia pró-governo do Iêmen reconhece 500 mortos na ofensiva dos houthis

AL-JAWF, 7 de setembro de 2026  -- Uma captura de tela de vídeo mostra fumaça subindo de uma prisão após um ataque aéreo na província de Al-Jawf, no Iêmen, em 7 de setembro de 2026. Um ataque aéreo atingiu uma prisão na província de Al-Jawf, controlada pe
Houthi Media Center / Xinhua News / Europa Press

MADRID 13 set. (EUROPA PRESS) -

A milícia Resistência Nacional, aliada do governo do Iêmen reconhecido pela comunidade internacional, confirmou neste domingo que 500 de seus combatentes morreram na recente ofensiva dos rebeldes houthis na região do estratégico estreito de Bab el Mandeb.

O grupo, liderado por Tariq Salé, informou ainda que 1.500 combatentes ficaram feridos nos confrontos ocorridos desde agosto e acusou a Guarda Revolucionária iraniana de apoiar a ofensiva dos houthis, segundo reportagem da emissora pan-árabe Al Jazeera. Os huti, por outro lado, teriam perdido 1.000 combatentes, sempre segundo a Resistência Nacional.

Esses números são resultado dos “combates mais violentos” entre essa milícia e os houthis, segundo o grupo, que destaca que, antes do ataque, houve um intenso bombardeio com projéteis e drones. O grupo anuncia ainda uma realocação de suas forças para novas linhas defensivas.

Enquanto isso, continuam os intensos combates entre os huti e as forças pró-governo. Estas lançaram ataques de artilharia e da aviação contra as posições dos houthis e suas linhas de abastecimento em Marib, Al Yauf e Al Baida. Ambos os lados utilizam drones para reconhecimento e bombardeio.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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