Cecilia Fabiano/LaPresse via ZUM / DPA
MADRID 22 set. (EUROPA PRESS) -
Milhares de pessoas participaram das manifestações convocadas nesta segunda-feira em diferentes partes da Itália para mostrar solidariedade com a população palestina na Faixa de Gaza e exigir mais pressão sobre o governo israelense, em um dia de greve que foi sentido desde cedo nos serviços de transporte de grandes cidades como Roma e Milão.
A mobilização, da qual os principais sindicatos italianos se distanciaram, baseia-se em uma convocação do Union of Rank and File Trade Unions (UBS) e resultou em atrasos e cancelamentos de alguns trens, na invasão de manifestantes em estações - a principal de Roma, Termini, foi fechada por motivos de segurança - e no bloqueio de portos como o de Gênova.
As autoridades confirmaram problemas no acesso a algumas escolas e campi universitários como resultado de uma greve que mobilizou especialmente grupos de jovens e cujos efeitos devem durar o dia todo.
Em Roma, mais de 20.000 pessoas aderiram à manifestação oficial, enquanto em Cagliari, de acordo com a agência de notícias AdnKronos, os primeiros relatórios indicam que cerca de 15.000 pessoas compareceram e, em Bolonha, mais de 10.000, de acordo com a agência de notícias AdnKronos.
O ministro dos Transportes, Matteo Salvin, disse em uma entrevista de rádio que menos de 7% dos trabalhadores haviam aderido à greve e que ela quase não havia afetado os trens de alta velocidade. Ele também sugeriu que, sem "violar o direito de greve", é necessário "refletir" sobre as normas atuais.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático