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MADRID 13 out. (EUROPA PRESS) -
Milhares de pessoas saíram às ruas nesta segunda-feira em várias cidades israelenses para comemorar o início da operação que levará à libertação dos reféns seqüestrados pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) há dois anos, durante os ataques de 7 de outubro.
Um grande número de manifestantes, parentes e amigos dos reféns - 20 dos quais ainda estão vivos - reuniram-se na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, quando a Cruz Vermelha entregou os primeiros reféns ao exército israelense para serem transferidos para fora da Faixa de Gaza.
Na praça, os presentes estenderam uma grande faixa agradecendo ao presidente dos EUA, Donald Trump, por mediar um acordo entre as partes, de acordo com imagens transmitidas pelos canais de televisão israelenses.
O próprio Trump deve aterrissar em Israel nas próximas horas para comemorar o acordo, logo após ter dito no início da noite que a guerra entre Israel e o Hamas "acabou".
A ofensiva israelense contra a Faixa, lançada após os ataques de 7 de outubro de 2023, deixou até agora mais de 67.600 palestinos mortos - entre eles 460, incluindo 154 crianças, de fome e desnutrição - de acordo com as autoridades de Gaza controladas pelo Hamas, em meio a críticas internacionais às ações do exército israelense, especialmente sobre o bloqueio às entregas de ajuda, o que levou o norte de Gaza a ser declarado uma zona de fome.
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