Europa Press/Contacto/Yahel Gazit - Arquivo
MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -
Milhares de pessoas se reuniram mais uma vez em frente à residência do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, para protestar contra as políticas do governo em relação à ofensiva em Gaza e o destino dos reféns ainda mantidos pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) no enclave palestino.
Parentes e manifestantes intensificaram os protestos depois que surgiram novas informações sugerindo que os reféns podem estar sendo usados como escudos humanos em meio à operação militar israelense na Cidade de Gaza. Muitos manifestantes expressaram preocupação com a possibilidade de serem feridos por bombardeios ou executados.
"Do que você quer se gabar agora? Esta manhã acordei e senti uma explosão vinda de alguma área a uma hora de distância da fronteira", disse um parente de Gali e Ziv Berman, dois reféns que ainda estão em Gaza.
"O que está acontecendo com eles se minha casa tremeu e está longe? O que eles devem fazer? Para onde eles (o governo) estão nos levando? Para que inferno eles estão nos levando agora? Vocês não merecem esta nação", disse ele, de acordo com o The Times of Israel.
Ele pediu ao presidente que se reunisse com as famílias e abordasse a questão: "Agora vocês não têm nada a temer". "Não somos guerrilheiros, estamos apenas atormentados. Apenas saia e fale conosco", disse ele.
Embora a maioria dos manifestantes tenha se aproximado da casa de Netanyahu, muitos outros preferiram protestar do lado de fora do gabinete do primeiro-ministro.
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