SEVILLA 9 nov. (EUROPA PRESS) -
Milhares de pessoas se manifestaram neste domingo nas oito províncias andaluzas na manifestação em defesa da saúde pública convocada por Marea Blanca e pelos sindicatos UGT e CCOO, na qual os manifestantes, sob o lema 'Em defesa da nossa Saúde Pública', exigiram a renúncia do presidente do Governo Regional da Andaluzia, Juanma Moreno, com gritos de "Moreno, escute, o povo está na luta".
A manifestação contou com a presença de líderes políticos, como a vice-secretária geral do PSOE-A, María Márquez, e o porta-voz do Adelante Andalucía, José Ignacio García, em Sevilha; e o coordenador geral da IU Andalucía e deputado no Congresso, Toni Valero, em Málaga, que se juntou aos protestos contra as falhas no rastreamento do câncer de mama e contra a "privatização" do sistema de saúde andaluz.
No contexto, as organizações sindicais Satse e CSIF Andalucía finalmente decidiram não participar dessa manifestação devido a "discordâncias" com sua organização, apesar de compartilharem "muitas das demandas" e a preocupação com o "atual estado delicado da saúde pública".
O manifesto com o qual o protesto foi convocado indicou que a saúde andaluza está passando por uma "grave crise", marcada por "uma deterioração generalizada e planejada", que se manifesta em "escândalos como os erros no programa de detecção precoce do câncer de mama, com graves consequências para muitas mulheres".
A referida informação emitida por Marea Blanca, UGT e CCOO expressou que esse "escândalo" nada mais é do que "a ponta do iceberg da deterioração da saúde pública andaluza", que exemplifica "o fracasso da política de saúde do governo andaluz".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático