Europa Press/Contacto/Nir Alon
MADRID 20 set. (EUROPA PRESS) -
Milhares de pessoas saíram às ruas das principais cidades israelenses no sábado para protestar contra o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, a quem consideram responsável pela falta de um acordo para a libertação dos reféns mantidos na Faixa de Gaza, e advertiram que esta poderia ser sua "última noite" devido à ofensiva militar em grande escala lançada na Cidade de Gaza.
Os parentes dos reféns conclamaram a população a participar dos protestos, com um dos principais eventos realizados no sábado em Jerusalém, onde estavam presentes parentes como Einav Zangauker, Ofir Braslavski, Michel Iluz, Anat Angrest e reféns libertados, como Yair Horen.
Houve também uma manifestação em Tel Aviv, o epicentro habitual dos protestos, onde parentes de reféns falaram à multidão reunida em Shaar Begin.
Galit Dan, mãe e filha das vítimas do ataque de 7 de outubro de 2023, pediu o fim da guerra: "Parem a guerra. Parem com a morte. Chega de vítimas. Não permitirei que minha dor seja usada para vingança. Quero mudança", apelou, de acordo com o jornal israelense 'Yedioth Aharonoth'.
Ruhama Albag, tia da refém libertada Liri Albag, acusou a liderança israelense de "queimar nossa casa, desta vez por dentro" e os repreendeu por serem "viciados em guerra".
Shai Moses, sobrinho do refém libertado Gadi Moses, pediu uma ação civil. "O governo israelense está aproveitando a emergência para nos transformar em Esparta. É hora de uma greve geral. É hora de sairmos às ruas até que o último refém retorne", argumentou.
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