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MADRID 2 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Argentina, Javier Milei, enfatizou a reivindicação territorial "inabalável" das Ilhas Malvinas, uma "causa histórica" que "une todos os argentinos" e que, em suas próprias palavras, "deve ser apoiada por ações concretas e não por meros discursos".
Coincidindo com o aniversário da guerra de 1982, Milei prometeu continuar a tomar medidas em relação a uma reivindicação que ainda está em aberto. "A luta pelas Malvinas não cessará até que nossa bandeira volte a flutuar sobre as ilhas, e este governo está determinado a liderar o caminho com ações concretas", prometeu ele em uma declaração na qual não deu detalhes sobre possíveis medidas.
O presidente também aproveitou o aniversário para reconhecer como segundos-tenentes da reserva os soldados que lutaram no conflito com o Reino Unido como aspirantes a oficiais da reserva, "um ato de justiça" com o qual o governo argentino quer valorizar as Forças Armadas.
"O reconhecimento e o respeito às forças armadas é um pilar fundamental para fortalecer nossa posição no cenário internacional", disse Milei, que acusou os governos anteriores de "estigmatizar" e subestimar os militares em geral e os veteranos das Malvinas em particular.
"Com este governo, iniciou-se um processo de reconciliação nacional que devolve às nossas forças o respeito e a dignidade que lhes foram negados durante décadas", enfatizou.
Os governos da Argentina e do Reino Unido não têm contatos específicos sobre as Malvinas, um arquipélago cuja soberania Londres não contempla ceder. Milei se reuniu em janeiro de 2024 com o então ministro das Relações Exteriores britânico, David Cameron, mas nenhum compromisso concreto foi assumido.
O presidente argentino também foi alvo de controvérsia por descrever a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, sob cujo comando ocorreu o último conflito, como "brilhante" em uma entrevista.
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