MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou nesta segunda-feira o fechamento "definitivo" da Comissão Nacional de Trânsito e Segurança Viária, da Agência Nacional de Segurança Viária (ANSV) e da Direção Nacional de Segurança Viária (DNV).
"A corrupção nas obras públicas tem sua certidão de óbito assinada, e ela acaba de ser assinada pelo presidente Javier Milei", disse o porta-voz da presidência, Manuel Adorni, em uma coletiva de imprensa.
As funções de estudo, construção, conservação, melhoria e modificação do sistema de estradas troncais, que até agora eram de responsabilidade da DNV, passarão para o Ministério da Economia.
Entre os motivos para o fechamento de Vialidad, o decreto menciona uma "estrutura complexa" com atividades que "não se ajustam às necessidades atuais de gestão, o que se reflete na falta de agilidade na execução de projetos e nos altos custos operacionais para o Estado Nacional". Adorni também destacou que "um ícone da corrupção" está sendo extinto.
A decisão baseia-se no fato de que "há uma diferença de eficiência entre a gestão direta do Estado e a manutenção de estradas concessionadas, sugerindo que a transferência de funções para o setor privado poderia gerar economias significativas".
A outra função importante, a supervisão e o controle das concessões rodoviárias atuais e futuras, que anteriormente fazia parte do mandato da Vialidad, será atribuída à Agência de Controle de Concessões e Serviços Públicos de Transporte, nome pelo qual a Comissão Nacional de Regulamentação de Transporte (CNRT) pré-existente será conhecida.
A Agência para a Investigação de Acidentes e Incidentes de Aviação, formada pela reorganização do Conselho de Segurança do Transporte, também foi criada.
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