Publicado 01/05/2025 12:24

Milei descreve seu relacionamento com o Papa como "interessante" depois de se desculpar por "explosões".

O Presidente da Argentina, Javier Milei, e a Secretária Geral da Presidência da Argentina, Karina Milei, em sua chegada ao funeral do Papa na Praça de São Pedro, em 26 de abril de 2025, na Cidade do Vaticano. O Papa Francisco I, que faleceu em 21 de
Stefano Spaziani - Europa Press

MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -

O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que sua relação com o falecido Papa Francisco acabou sendo "interessante", marcada por contatos recorrentes que acabaram chegando quando o presidente lhe pediu perdão em particular pelas "explosões" públicas que fez.

Milei, que descreveu seu compatriota como "o representante do maligno na terra", lembrou na quinta-feira, em uma entrevista para a estação de rádio El Observador, que teve "uma conversa maravilhosa" com o pontífice em seu primeiro encontro oficial no Vaticano.

"Ele me pediu para cuidar dos mais vulneráveis e eu me comprometi a documentar isso", explicou o presidente argentino, falando de uma promessa que acabou gerando "um vínculo muito, muito interessante". Em contatos posteriores, ele também teria transmitido a mesma mensagem: "Cuide dos pobres".

"E acredito que fiz o trabalho", acrescentou Milei, que apesar de admitir que o "problema" não acabou - "ainda há 33% de argentinos pobres" - garantiu que seu governo conseguiu tirar cerca de dez milhões de pessoas da pobreza.

Milei foi um dos líderes internacionais convidados para o funeral do Papa Francisco no último sábado, ao qual compareceu na primeira fila como representante do país natal do falecido Papa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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