Stefano Spaziani - Europa Press
MADRID 1 maio (EUROPA PRESS) -
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que sua relação com o falecido Papa Francisco acabou sendo "interessante", marcada por contatos recorrentes que acabaram chegando quando o presidente lhe pediu perdão em particular pelas "explosões" públicas que fez.
Milei, que descreveu seu compatriota como "o representante do maligno na terra", lembrou na quinta-feira, em uma entrevista para a estação de rádio El Observador, que teve "uma conversa maravilhosa" com o pontífice em seu primeiro encontro oficial no Vaticano.
"Ele me pediu para cuidar dos mais vulneráveis e eu me comprometi a documentar isso", explicou o presidente argentino, falando de uma promessa que acabou gerando "um vínculo muito, muito interessante". Em contatos posteriores, ele também teria transmitido a mesma mensagem: "Cuide dos pobres".
"E acredito que fiz o trabalho", acrescentou Milei, que apesar de admitir que o "problema" não acabou - "ainda há 33% de argentinos pobres" - garantiu que seu governo conseguiu tirar cerca de dez milhões de pessoas da pobreza.
Milei foi um dos líderes internacionais convidados para o funeral do Papa Francisco no último sábado, ao qual compareceu na primeira fila como representante do país natal do falecido Papa.
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