Publicado 28/08/2025 16:09

Milei atribui a "saraivada de pedras" contra ele ao "desespero" político.

O presidente da Argentina, Javier Milei, discursa no Conselho Interamericano de Comércio e Produção (CICyP).
PRESIDENCIA DE ARGENTINA

MADRID 28 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Argentina, Javier Milei, assegurou que a "saraivada de pedras" que recebeu na quarta-feira durante uma caravana eleitoral ao sul de Buenos Aires é resultado do "desespero" daqueles que querem derrubar seu governo e que também orquestraram uma "opereta" de acusações de suposta corrupção.

"Foi muito emocionante enfrentar toda a chuva de pedras (...) Foi um espetáculo incrível. Dava para ver o desespero", declarou Milei durante um discurso no Conselho Interamericano de Comércio e Produção (CICyP), fazendo alusão ao ataque do qual escapou ileso em Lomas de Zamora.

O ataque de quarta-feira foi "uma situação aberrante" que, nas palavras do presidente argentino, "ocorreu em meio a um contexto de operações difamatórias grosseiras" que o vinculam e a sua irmã, Karina Milei, à cobrança de propinas.

Ambos foram formalmente denunciados ao Ministério Público, mas para o presidente "é apenas mais um item na longa lista de truques da casta e, como todos os anteriores, uma nova mentira". Milei se colocou à disposição do sistema judiciário na esperança de que tudo seja esclarecido "o mais rápido possível".

"O povo votou em um governo que veio para acabar com todos os seus empregos e privilégios, sua resposta é gerar pânico e caos entre o povo, infiltrar-se, difamar, qualquer outra manobra que atrapalhe o processo de mudança que estamos realizando", lamentou.

No entanto, ele quis deixar uma coisa clara: "Nem o povo está mastigando vidro nem vamos nos deixar intimidar por essas ações covardes". Duas pessoas foram presas na quarta-feira por supostamente terem atirado objetos contra a caravana.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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