Publicado 06/04/2025 05:58

O México rejeita as críticas da comissão da ONU e diz que não tolera desaparecimentos forçados

A presidente do México, Claudia Sheinbaum Pardo, fala durante uma coletiva de imprensa no Palácio Nacional, em 4 de abril de 2025, na Cidade do México, México.
Europa Press/Contacto/Luis Barron

MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -

No final do sábado, o governo mexicano denunciou as críticas recebidas do Comitê das Nações Unidas sobre Desaparecimentos Forçados (CED) e garantiu que de forma alguma tolera ou permite esse crime.

A comissão, vale lembrar, emitiu medidas cautelares para que o México proteja as valas comuns de Rancho Izaguirre, em Jalisco, uma fazenda usada pelo Cartel de Jalisco Nova Geração como centro de detenção ilegal e extermínio; e advertiu que há indícios de que o desaparecimento forçado é praticado de forma generalizada ou sistemática no território mexicano.

Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores do México publicou uma nota de protesto na qual garante que "rejeita as declarações dos membros do Comitê sobre a suposta prática de desaparecimento forçado pelo Estado" e lembra que "mantém uma cooperação sustentada" com o Comitê "em sua capacidade de Estado parte da Convenção Internacional para a Proteção de Todas as Pessoas contra o Desaparecimento Forçado".

"O governo mexicano não consente, permite ou ordena o desaparecimento de pessoas como parte de uma política de Estado", acrescenta o ministério, antes de lembrar seu compromisso com "o respeito irrestrito aos direitos humanos e com o enfrentamento das causas da violência".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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