MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo mexicano assegurou nesta quinta-feira que fará "tudo o que estiver ao seu alcance" para conter o tráfico de armas, após a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de rejeitar uma queixa apresentada pelas autoridades mexicanas acusando os fabricantes de armas norte-americanos de serem responsáveis pela violência dos cartéis de drogas.
O Ministério das Relações Exteriores do México "expressou firmemente sua discordância com a decisão" e disse que "continuará a fazer tudo o que estiver ao seu alcance para coibir o tráfico ilícito de armas, esgotando todos os recursos legais e diplomáticos disponíveis", de acordo com um comunicado.
A agência explicou que "apresentou argumentos sólidos que demonstram os danos que as empresas fabricantes de armas causam ao nosso país e continuará em sua luta contra o tráfico de armas e a responsabilidade das empresas que fabricam e permitem que o fluxo de armas continue a alimentar a violência e a alimentar os grupos criminosos que ameaçam a paz e a segurança".
A pasta diplomática indicou que a decisão do Tribunal Superior "não afeta o curso" de uma segunda ação judicial apresentada pelo México em Tucson (Arizona) em 2022 contra cinco lojas de distribuição de armas. "Esse processo continua avançando e está na fase de produção de provas", acrescentou.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático