Publicado 08/07/2026 16:50

O México divulgará as informações sobre os pedidos de extradição para os EUA, por ordem de Sheinbaum

2 de julho de 2026, Cidade do México, Cdmx, México: A presidente mexicana Claudia Sheinbaum Pardo fala sobre o USMCA e a estabilidade do peso mexicano durante uma coletiva de imprensa no Palácio Nacional, em 2 de julho de 2026, na Cidade do México, México
Europa Press/Contacto/Luis Barron

MADRID 8 jul. (EUROPA PRESS) -

As autoridades do México informaram nesta quarta-feira que tornarão públicas as informações sobre pedidos de extradição, após a ordem emitida pela presidente, Claudia Sheinbaum, em meio à polêmica sobre os pedidos dos Estados Unidos relativos ao governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, e a outros altos funcionários, cuja entrega o Executivo se recusa a conceder sem provas suficientes que comprovem as acusações que pesam contra eles.

“Por instruções da presidente e em resposta aos pedidos de acesso a informações relacionadas aos pedidos de prisão preventiva para fins de extradição formulados pelos Estados Unidos, o Ministério das Relações Exteriores tornará públicas essas informações”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores mexicano em uma mensagem nas redes sociais.

No mesmo comunicado, indica-se que a exceção serão as notas diplomáticas relativas a processos judiciais, uma vez que “por sua natureza, têm caráter confidencial”. “Nosso compromisso é com a transparência”, ressaltou o Ministério das Relações Exteriores do México.

Essa medida ocorre depois que Sheinbaum garantiu que seu país rejeitará o pedido de extradição do governador de Sinaloa caso os Estados Unidos não apresentem as provas que fundamentem suas acusações de tráfico de drogas e de ligações com o crime organizado.

Do lado do México, o pedido de extradição contra Rocha Moya, bem como os casos do promotor adjunto do estado, Dámaso Castro, e do prefeito de Culiacán, Juan de Dios Gámez, entre outros, como uma tentativa de Washington de se intrometer indevidamente nos assuntos internos com o objetivo de influenciar as eleições de 2027.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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