Europa Press/Contacto/Carlos Santiago
MADRID 27 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo mexicano descartou na sexta-feira qualquer problema em seu sistema bancário, depois que teve de intervir em três entidades que esta semana foram acusadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos de supostamente lavar dinheiro proveniente do tráfico de fentanil e outras drogas.
O ministro das Finanças, Edgar Amador Zamora, reiterou que a intervenção do CIBanco, do Intercam Banco e do Vector Casa de Bolsa tinha como objetivo garantir o funcionamento adequado do sistema e, acima de tudo, proteger as economias de seus clientes.
"O sistema bancário mexicano não sofreu nenhuma interrupção", enfatizou o ministro da Fazenda durante a coletiva de imprensa da presidente Claudia Sheinbaum, na qual ele explicou que, por exemplo, a taxa de câmbio entre o peso e o dólar "permaneceu muito estável".
Essas medidas, enfatizou ela, "dão certeza ao público poupador e aos investidores quanto à confiabilidade de nosso sistema financeiro". Ele também ressaltou que os bancos destacados pelo Tesouro dos EUA "não representam nem mesmo um por cento dos depósitos".
Nesta semana, o Departamento do Tesouro apontou o dedo para esses três bancos devido a suspeitas de que eles teriam sido usados pelos cartéis para lavar dinheiro do tráfico de fentanil por meio de empresas chinesas, o que o governo disse desconhecer e exigiu mais provas.
O México confirmou uma série de "irregularidades administrativas" em relação a transações com "empresas chinesas legalmente constituídas" que já foram sancionadas com multas de até seis milhões de euros.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático