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MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
O governo do México confirmou nesta terça-feira a morte de Luis Enrique Barragán, conhecido como “El Güicho” ou “R5”, que liderava o Cartel dos Reis e pelo qual os Estados Unidos ofereciam uma recompensa de três milhões de dólares, durante uma operação realizada no estado de Michoacán.
“Com base em informações de inteligência militar, membros das Forças Armadas e da Guarda Nacional, em coordenação com a Procuradoria-Geral do Estado e a Polícia Estadual de Michoacán, realizaram uma operação em Tocumbo, onde membros de um grupo criminoso atacaram o pessoal militar com tiros de arma de fogo”, explicou o secretário de Segurança, Omar García Harfuch.
No âmbito da operação, perderam a vida “dois agressores”, entre eles ‘El Güicho’, que o governo do México identifica como líder do Cartel dos Reis — uma facção dos Cartéis Unidos — e “principal coordenador das extorsões contra produtores de abacate da região”.
“Além disso, havia um mandado de prisão provisória contra ele com fins de extradição para os Estados Unidos, e o Departamento de Estado daquele país oferecia uma recompensa de três milhões de dólares por informações que levassem à sua prisão por tráfico de drogas e armas para o México”, acrescentou ele nas redes sociais.
O Ministério da Defesa também detalhou em um comunicado que, durante a operação — na qual abriram fogo contra as forças de segurança mexicanas —, apreenderam dois fuzis automáticos, cartuchos e carregadores de diversos calibres, bem como um quadriciclo.
'El Güicho' assumiu a liderança do cartel após a prisão de Alfonso N, conhecido como 'Poncho' — que foi detido em 1º de agosto pelo Exército mexicano no município de Los Reyes de Salgado, no estado de Michoacán— e mantinha laços com Juan José N, conhecido como “El Abuelo”, líder do Cartel de Tepalcatepec.
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