Publicado 03/01/2026 14:43

Metsola defende uma saída "pacífica e democrática" para os venezuelanos: "Eles merecem viver em liberdade".

Archivo - HANDOUT - 23 de outubro de 2025, Bélgica, Bruxelas: A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, fala durante uma coletiva de imprensa durante a Cúpula do Euro no prédio do Conselho Europeu em Bruxelas. Foto: Frederic Garrido-Ramirez/Con
Frederic Garrido-Ramirez/Europea / DPA - Arquivo

BRUXELAS 3 jan. (EUROPA PRESS) -

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, assegurou que "a Venezuela será livre" e ressaltou que os venezuelanos "merecem viver em liberdade depois de anos de opressão", ao mesmo tempo em que lembrou que o Parlamento Europeu não considera Nicolás Maduro como o "líder legítimo e eleito" do país.

Ele ressaltou que as próximas horas e dias serão "críticos" para o futuro político da Venezuela e que a União Europeia apoiará uma solução democrática e pacífica para o país latino-americano após o ataque perpetrado pelos Estados Unidos em Caracas no sábado.

Metsola lembrou que o Parlamento Europeu "tem declarado consistentemente" que não reconhece o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, como o presidente legítimo, e enfatizou que a instituição apoia a plena aplicação do direito internacional, o apoio à democracia e o reconhecimento da "vontade legítima do povo venezuelano".

Em sua mensagem, ela disse que as próximas horas "serão críticas" e que o povo venezuelano deve ser capaz de decidir seu futuro "sem opressão" e com plenas garantias democráticas.

Os comentários de Metsola foram feitos depois que Washington realizou uma operação militar na capital venezuelana, Caracas, nas primeiras horas da manhã de sábado, e prendeu Nicolás Maduro para ser julgado nos Estados Unidos sob a acusação de tráfico de drogas e corrupção.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado