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BRUXELAS 3 jan. (EUROPA PRESS) -
A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, assegurou que "a Venezuela será livre" e ressaltou que os venezuelanos "merecem viver em liberdade depois de anos de opressão", ao mesmo tempo em que lembrou que o Parlamento Europeu não considera Nicolás Maduro como o "líder legítimo e eleito" do país.
Ele ressaltou que as próximas horas e dias serão "críticos" para o futuro político da Venezuela e que a União Europeia apoiará uma solução democrática e pacífica para o país latino-americano após o ataque perpetrado pelos Estados Unidos em Caracas no sábado.
Metsola lembrou que o Parlamento Europeu "tem declarado consistentemente" que não reconhece o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, como o presidente legítimo, e enfatizou que a instituição apoia a plena aplicação do direito internacional, o apoio à democracia e o reconhecimento da "vontade legítima do povo venezuelano".
Em sua mensagem, ela disse que as próximas horas "serão críticas" e que o povo venezuelano deve ser capaz de decidir seu futuro "sem opressão" e com plenas garantias democráticas.
Os comentários de Metsola foram feitos depois que Washington realizou uma operação militar na capital venezuelana, Caracas, nas primeiras horas da manhã de sábado, e prendeu Nicolás Maduro para ser julgado nos Estados Unidos sob a acusação de tráfico de drogas e corrupção.
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