BERLIM 17 set. (DPA/EP) -
O chanceler alemão Friedrich Merz advertiu que os países europeus não devem permitir que a Rússia estabeleça o cronograma e os critérios para um possível acordo de paz com a Ucrânia, e apontou o dedo diretamente para o presidente Vladimir Putin, porque ele "sabota, espiona, assassina e tenta desestabilizar".
"Putin vem testando os limites há muito tempo", disse Merz, que, em um discurso no parlamento alemão, pediu que o Kremlin fosse impedido de agir. Caso contrário, o presidente russo poderia se sentir apoiado para "perseguir seu próximo alvo" além da Ucrânia, acrescentou.
Merz apontou a incursão de cerca de 20 drones russos no espaço aéreo polonês como prova dessas aspirações e pediu vigilância contra o interesse potencial da Rússia em desestabilizar a sociedade alemã. "Não permitiremos que isso aconteça", enfatizou.
Berlim, tanto agora sob o comando de Merz quanto sob o comando do social-democrata Olaf Scholz, continua sendo um parceiro fundamental de Kiev desde o início da invasão russa em 2022. Na semana passada, o ministro da defesa alemão Boris Pistorius anunciou que a Alemanha havia ultrapassado os EUA como o maior fornecedor mundial de ajuda militar à Ucrânia.
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