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O presidente chinês enfatiza que a relação entre as partes tem um “impacto importante” em todo o mundo PEQUIM 25 fev. (DPA/EP) -
O chanceler alemão, Friedrich Merz, apostou nesta quarta-feira em “estreitar” as relações econômicas e diplomáticas com a China durante sua visita ao gigante asiático, onde se reuniu com o presidente Xi Jinping e o primeiro-ministro chinês Li Qiang.
“Desenvolver uma relação de cooperação econômica e comercial confiável e duradoura entre a UE e a China beneficia ambas as partes e também favorece a estabilidade e a prosperidade mundiais. A Alemanha apoia o fortalecimento do diálogo e da cooperação entre a UE e a China”, afirmou Merz.
“Dou grande importância à manutenção e ao aprofundamento dessas relações, sempre que possível”, declarou Merz em sua primeira visita ao país desde que assumiu o cargo de chanceler em maio do ano passado. Assim, ele ressaltou a necessidade de um aproximação entre as partes e afirmou que ambos os países “compartilham a responsabilidade no mundo, que deve ser assumida por todos”. “Existe um grande potencial para um maior crescimento”, afirmou Merz, acrescentando que, para o conseguir, “é necessário manter os canais de comunicação abertos”. Além disso, anunciou a visita de vários ministros durante os próximos meses e afirmou que haverá uma “continuidade” nas conversações. Li afirmou que haverá um “desenvolvimento estável” das relações diante das “mudanças que estão ocorrendo em nível internacional”. “Diante do unilateralismo e do protecionismo em alguns países e regiões”, ele exortou a “fortalecer a confiança na cooperação e defender conjuntamente o multilateralismo e o livre comércio”. “A China está disposta a fortalecer o diálogo com a Alemanha”, afirmou. Por sua vez, o presidente chinês afirmou que a China e a Alemanha são a segunda e a terceira “maiores economias do mundo”. “A relação não diz respeito apenas aos interesses de ambos os países, mas também tem um impacto importante na Europa e no resto do mundo”, afirmou.
“A situação internacional atual está passando pela mudança mais profunda desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Quanto mais turbulento e complexo o mundo se torna, mais a China e a Alemanha precisam fortalecer a comunicação estratégica, fortalecer a confiança mútua estratégica e promover o desenvolvimento contínuo da parceria estratégica integral sino-alemã”, afirmou.
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