MADRID, 23 mar. (EUROPA PRESS) -
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, aplaudiu nesta segunda-feira a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de adiar por cinco dias seu ultimato ao Irã para atacar instalações energéticas caso Teerã não reabra o estreito de Ormuz, ao mesmo tempo em que ofereceu a “ajuda” de Berlim para possíveis canais de comunicação.
Assim, ele declarou em uma coletiva de imprensa que conversou com Trump no domingo, conversa na qual transmitiu a “preocupação” da Alemanha com o referido ultimato. “Estou grato por ele ter decidido adiá-lo”, disse, antes de aplaudir as declarações do presidente americano sobre a existência de “contatos diretos” com Teerã.
Merz destacou que a Alemanha “tem bons contatos na região” e revelou que ofereceu a Trump “ajuda” para essas conversas, sobre as quais o Irã não se pronunciou oficialmente — embora fontes citadas pela mídia tenham negado sua existência —, ao mesmo tempo em que ressaltou que, por enquanto, “não se pode falar em medidas conjuntas”.
“Ofereci que trabalhemos juntos e façamos todo o possível para alcançar um cessar-fogo o mais rápido possível”, disse o chanceler alemão, que reconheceu, no entanto, que “neste momento é difícil” um acordo nesse sentido, que “não é possível sem o consentimento de Israel”. “Fazemos todo o possível para conseguir o fim dos combates e alcançar uma solução pacífica para o conflito”, concluiu.
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