Publicado 15/05/2026 13:06

Merz afirma que não recomendaria aos filhos que fossem para os EUA estudar ou trabalhar devido ao "clima" de tensão

15 de maio de 2026, Baviera, Würzburg: O chanceler alemão Friedrich Merz participa de um painel de discussão na 104ª Jornada Católica Alemã, sob o lema “Construindo o futuro juntos”. Foto: Sven Hoppe/dpa - ATENÇÃO: Apenas para uso editorial e somente com
Sven Hoppe/dpa

MADRID 15 maio (EUROPA PRESS) -

O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou nesta sexta-feira que não recomendaria aos seus filhos que fossem para os Estados Unidos estudar ou trabalhar devido ao “clima” de tensões no país, em mais uma crítica às políticas do presidente Donald Trump.

“Não recomendaria aos meus filhos que fossem para os Estados Unidos hoje em dia, que estudassem e trabalhassem lá, simplesmente porque o clima social mudou repentinamente”, afirmou durante um debate com jovens no Congresso Católico de Würzburg.

No entanto, o chanceler afirmou ser um “grande admirador” dos Estados Unidos. “Minha admiração não está aumentando neste momento”, ironizou, entre risos do público, uma crítica que ocorre no mesmo dia em que manteve uma conversa telefônica com o magnata durante sua viagem de volta da China, onde se encontrava em visita oficial.

“Estamos de acordo que o Irã deve sentar-se à mesa de negociações agora, que deve abrir o estreito de Ormuz, que não se deve permitir que Teerã tenha armas nucleares”, indicou o chanceler em uma mensagem nas redes sociais.

Durante a ligação, que ele classificou como “boa”, ambos também discutiram o “roteiro” para alcançar uma solução pacífica para o conflito ucraniano, ao mesmo tempo em que coordenaram posições para a cúpula da OTAN em Ancara, em julho. “Os Estados Unidos e a Alemanha são parceiros fortes em uma OTAN forte”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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