Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
BARCELONA 4 abr. (EUROPA PRESS) -
A ex-presidente da Câmara dos Deputados, Meritxell Batet (PSC), afirmou que, durante dois anos, não conseguiu assistir às sessões da Câmara: “Era muito doloroso para mim. É tudo tão feio. Há tanta violência verbal”, lamentou em entrevista concedida ao “El Periódico”, divulgada pela Europa Press.
Batet fez um apelo para envolver as pessoas na política e criticou abordagens cujo objetivo é “a destruição da pessoa; isso não pode acontecer, porque destrói o quadro de convivência e acaba com a credibilidade da política, e isso é devastador”, algo pelo qual, segundo ela, sente uma profunda tristeza.
Sobre a polarização no hemiciclo, ela destacou que, durante sua presidência, tentou fazer com que os deputados se afastassem da lógica de amigo e inimigo: “Aqui todos exaltamos a Transição, mas não a praticamos”, assinalou.
Nesse sentido, sobre a situação no Congresso, ele assegurou que o PP “é o principal partido da oposição e tem um papel muito relevante e, portanto, muita responsabilidade nessa questão”.
Ele também lamentou que, apesar de ter deixado a linha de frente da política em 2023, continuem “insultando-o na rua”, às vezes na presença de suas filhas, algo que, explica, é muito desagradável.
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